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Data de entrada: 27 de fev. de 2024
Posts (3)
17 de jan. de 2026 ∙ 6 min
Luto, infância e a potência das narrativas
Mamãe disse que papai foi para o céu. Eu só não entendia por que ele teria ido lá pra cima, tão longe, sem se despedir de mim. Para a Psicanálise, não há um significante que represente a morte no Inconsciente. Portanto, nunca teremos um “saber” sobre ela; com exceção das crianças, em seus jogos simbólicos, ninguém morre e desmorre para contar como é e assim, produzir um registro. Por essa razão, todo adulto é infantil diante da morte e todo encontro com a morte impõe algo de inédito, uma...
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17 de jan. de 2026 ∙ 3 min
As ambivalências do luto por suicídio
Como parte do calendário nacional de campanhas, “Setembro Amarelo” cumpre seu papel ao abordar a pauta da saúde mental e da prevenção do suicídio, concentrando ações antiestigma, preventivas e de conscientização. Todavia, promover orientações e difundir informações não serão suficientes para lidar com as múltiplas facetas do fenômeno. O suicídio é um ato unicamente humano que expõe a condição originária do que temos de mais trágico. É uma tarefa que exige cuidado com o tratamento público da...
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17 de jan. de 2026 ∙ 1 min
Mãe suficientemente boa
“A mulher é a primeira casa de todo e qualquer sujeito". Entretanto, a maternidade não está atrelada à capacidade biológica da mulher de gestar. É preciso, ainda, questionarmos o "mito do amor materno" para além da data tão aguardada pelo comércio e culturalmente marcada de exageros românticos, idealizações – e por certo, muitas frustrações - de ambos os lados, de mães e de filhos. Nascemos biologicamente uma vez. Psiquicamente, muitas. Não se pede para nascer, muito menos temos escolha de...
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fernanda cruz de aragao coelho
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